quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Ângulo Q e Ângulo de pronação


Neste dia fomos avaliados:
- Dados do sujeito
- Variáveis
- Resultados e discussão ( comparação com a literatura )

Aprendemos a utilizar o programa KINOVEA, para o calculo dos ângulos Q e de Pronação. Realizamos a tarefa e entregamos ela escrita para o professor.

GNAP - Grupo de pesquisa em neuromecânica aplicada.

                  Fiquei conhecendo o grupo do professor através de uma atividade no qual eu fui escolhido para participar e ganhei um chaveiro no qual estava a nomenclatura de sua equipe de pesquisa, assim pesquisei e me informei o que é, e o que realizam na universidade.


A nossa equipe conta com membros da UNIPAMPA, além de colaborações nacionais e internacionais. Frequentemente o grupo envia estudantes ao exterior, na maioria das vezes com o apoio de grants conseguidos junto à International Society of Biomechanics. Hoje o grupo mantém vínculo acadêmico com pelo menos três Universidades do exterior, além de intituições do Brasil. O objetivo destas parcerias não é só desenvolver projetos de pesquisa ou publicar artigos em conjunto, mas também promover atividades de intercâmbio entre universidades, fortalecendo o aprendizado dos alunos e possibilitando a realização de projetos multi-cêntricos.

METAS
A meta do Grupo de Pesquisa em Neuromecânica Aplicada (GNAP) é desenvolver ciência com qualidade e com relevante aplicação prática no dia a dia das pessoas. Com isso também buscamos complementar a formação dos acadêmicos, credenciando-os como alunos potenciais para estudos de pós-graduação e futuros profissionais que terão condições de trabalhar para melhorar as condições de vida nas comunidades onde estiverem inseridos. Uma das nossas metas para os próximos três anos é o recebimento de estudantes e cientistas de outros países para períodos de visita no Brasil, participando das atividades do grupo.

O GNAP FOI INSTITUÍDO EM SETEMBRO DE 2009, QUANDO O PROFESSOR FELIPE CARPES INICIOU A ORGANIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE NEUROMECÂNICA DA UNIPAMPA RECEBENDO O AUXÍLIO RECÉM DOUTOR DA FAPERGS. DESDE ENTÃO, NOSSO GRUPO ESTÁ INTERESSADO EM INVESTIGAR A NEUROMECÂNICA DO MOVIMENTO HUMANO NO CONTEXTO DA LOCOMOÇÃO.


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Movimentar-se, mas com cuidados.

Movimentar-se é uma ação exigida por praticamente toda atividade humana. No entanto, a ocorrência de algumas doenças pode provocar alterações em práticas aparentemente simples, como o andar. É o caso da diabetes, cujas complicações podem ocasionar perda de sensibilidade, problemas na circulação sanguínea, entre outros envolvendo os pés. O estudo dos movimentos patológicos, ou seja, dos movimentos que têm relação com alguma doença, são o principal objeto de pesquisa do Laboratório de Biomecânica do Movimento e Postura Humana (LaBiMPH).
Fundado em 2005 no Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional (Fofito) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), o LaBiMPH já realizou importantes pesquisas envolvendo, entre outras doenças, a artrose (doença degenerativa das articulações) e a diabetes, utilizando equipamentos que permitem analisar, por exemplo, como é feita a distribuição das cargas do corpo nos pés do paciente. Essa avaliação é feita a partir da biomecânica. Segundo a coordenadora do Laboratório, Isabel de Camargo Neves Sacco, trata-se do estudo do movimento humano a partir das leis da mecânica, ou seja, uma área que une os conhecimentos da anatomia e da fisiologia aos princípios da física.
Uma das linhas de pesquisa do Laboratório investiga a biomecânica do movimento de pacientes diabéticos com uma complicação crônica chamada neuropatia diabética, um tipo de lesão que acontece nos nervos do paciente quando ele está com altas taxas de glicose no sangue. Essa glicose é tóxica para os nervos, que ficam prejudicados e passam a conduzir menos estímulos elétricos para os músculos e para os sensores da pele. Com isso, “o paciente perde sensibilidade e deixa de sentir dor nas extremidades”, explica a pesquisadora.
Ao perder essa sensibilidade, o paciente passa a não perceber mais a forma como apoia o pé no chão, de modo que ele passa a distribuir seu peso de forma irregular sobre a planta do pé – a neuropatia, assim, impede o doente de sentir as dores que o impediriam de caminhar errado. Ao longo do tempo, o andar inadequado pode provocar deformações, calos e até mesmo úlceras nos pés dos diabéticos. “Essas ulcerações dificilmente são cicatrizadas, pois o paciente não deixa de andar. Além disso, a cicatrização também é um fator afetado pela doença”, alerta Isabel . A gravidade da neuropatia fica evidente nos casos em que é necessária a amputação de partes do pé.
Imagem: Valdir Silva/USP Online














Segundo dados do International Diabetes Federation (IDF), mais de 370 milhões de pessoas em todo o mundo têm diabetes, e mais da metade não sabe que tem a doença. Logo, muitos são os que estão suscetíveis às consequências da neuropatia diabética. “Uma pessoa com um caminhar normal tem picos de pressão no calcanhar, no ante pé, e tem um considerável uso dos dedos para apoiar e empurrar o corpo enquanto anda. Já o diabético quase não tem apoio dos dedos, principalmente no hálux [dedão do pé]”, descreve Isabel. A sobrecarga na região do ante pé estimula a formação de calosidades, que podem se tornar úlceras.

Varismo de retro-pé: adução do calcâneo em relação à tíbia (definido sem descarga de peso com subtalar em neutro) – pronação espacial Com descarga de peso ocorre pronação da subtalar para apoiar todo o calcâneo no chão (repercussões ascendentes sobre o MI). Valgismo de retro-pé é a alteração do alinhamento do calcâneo no sentido oposto (abdução).
Ante-pé • Varismo de ante-pé (cabeça do hálux mais alta que do 5º): alteração do alinhamento das cabeças dos metatarsos em varo em relação ao calcâneo (também favorece à pronação da subtalar) – pronação temporal.

Fonte: 
http://www.ufjf.br/especializacaofisioto/files/2010/10/MARCHA-HUMANA-NORMAL-PARTE-2.pdf

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO DE MEMBROS INFERIORES.

         O membro inferior é formado por cintura pélvicacoxaperna e . É formada por 30 ossos em cada lado.Os membros inferiores são mais fortes e resistentes que os superiores pois eles fazem o processo de locomoção,sustentação do corpo e postura.Desses 30 ossos que formam o membro inferior 26 ficam no pé,que são subdivididos em tarsos (07),metatarsos (05) e falanges (14).

         As pernas, assim como as colunas de um prédio, são os alicerces do corpo. Para manter-se de pé e realizar atividades do dia a dia, como caminhar e subir escadas, é preciso um alicerce forte e bem construído.
Com o passar dos anos, os níveis de força e massa muscular diminuem, tornando-nos mais fracos e propícios a problemas de saúde. Para retardar esse processo e reduzir os efeitos do envelhecimento, o caminho é treinar EXERCÍCIOS DE FORÇA e assim preservar a massa muscular, encontrada em maior concentração nos membros inferiores.
A prática de musculação estimula a liberação de vários hormônios (como a testosterona) que atuam no corpo, promovendo ganho de massa muscular como um todo e não somente nas áreas treinadas em determinada sessão. Mas é importante trabalhar todas as áreas para que o resultado não seja desproporcional, inclusive esteticamente.
A figura a seguir é um exemplo de treino global, ideal para trabalhar diferentes partes do corpo. Lembrando que qualquer treinamento deve ser orientado ou acompanhado por um educador físico.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Planos e eixos do corpo humano.

Planos e Eixos do Corpo Humano

            As descrições anatômicas, tanto do corpo humano quanto dos órgãos, são baseadas em 3 principais planos de secção que passam através do corpo na posição anatômica.
1.    Plano Sagital: são todos os planos verticais com orientação paralela à sutura sagital do crânio (ou da orelha). O plano sagital mediano (ou plano mediano) divide o corpo em duas metades iguais, direita e esquerda.
 
2.    Plano Frontal: são todos os planos verticais com trajeto paralelo à sutura coronal do crânio (ou da “testa”). O plano coronal divide o corpo em duas metades diferentes, anterior e posterior.
 

3.    Plano Transversal: são todos os planos que cortam o corpo horizontalmente. Divide o corpo em duas metades diferentes, superior e inferior.
            Quando é observado o movimento do corpo humano, aplica-se o conhecimento de eixo. Os eixos são linhas imaginárias que atravessam os planos do corpo perpendicularmente para possibilitar movimentos. Lembrando que estes planos e eixos serão sempre apliacados nas partes do corpo humano que permitem graus de movimentos amplos (articulações diartrose).


Fonte:

http://cienciasmorfologicas.webnode.pt/introdu%C3%A7%C3%A3o%20a%20anatomia/planos-e-eixos-do-corpo-humano/